Direito do médico de prescrever o tratamento adequado ao seu paciente
Direito do paciente obeso de ser tratado de acordo com sua individualidade

O médico especialista, após avaliações clínicas e laboratoriais, tem as condições de prescrever o tratamento mais adequado para o paciente obeso.
Assim, esse especialista precisa ter à mão um arsenal terapêutico completo, que inclui os medicamentos anorexígenos, únicos produtos indicados exclusivamente para a redução de peso e que se encontram há muitas décadas no mercado brasileiro.
O tratamento básico da obesidade é composto pelo tripé mudanças de estilo de vida + orientação para dieta + aumento da atividade física. Segundo a Dra. Rosana Radominski no site da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), apenas 30% a 40% dos obesos conseguem bons resultados somente com essas medidas: o restante dos pacientes precisa, também, de medicamentos prescritos pelo médico, único especialista que tem as condições técnicas de avaliar a necessidade e o tempo de consumo do produto.

Em qualquer situação, nenhuma pessoa é idêntica a outra. Existem pacientes que reagem bem a um determinado tratamento e outros não, quer seja ele farmacológico ou não.
No combate à obesidade, é importante existir a opção dos anorexígenos.
A disponibilidade de medicação apropriada, conforme decisão médica, é fundamental para uma vida melhor, e muitas vezes, com um aumento considerável da autoestima.

Direito à terapia medicamentosa específica para obesidade
Anfepramona Femproporex Mazindol Sibutramina

As moléculas anfepramona, femproporex, mazindol e sibutramina são as únicas, até os dias de hoje, com indicação específica para a perda e controle de peso quando o tratamento por outras formas (dietas, exercícios etc.) não for suficiente.
Outro fator de recomendação médica para medicação é quando o IMC (índice de massa corporal) é maior que 30,0 kg/m² ou quando o indivíduo apresenta doenças associadas à obesidade (como diabetes) e tem IMC superior a 25,0 kg/m² (Diretrizes Brasileiras de Obesidade, Associação Brasileira para o Estudo da Síndrome Metabólica – Abeso, 3ª. edição)
Esses produtos atuam no sistema nervoso central (SNC, no termo médico), que é o responsável pela emissão de sinais para o corpo: ao manifestar saciedade, os pacientes ingerem menos alimentos e o corpo todo entra em processo de utilização das calorias das próprias gordura para alimentar o metabolismo. Há várias funções do nosso organismo que são reguladas no cérebro, como, por exemplo, o humor, o sono, e também o balanço energético, que podemos aqui simplificar usando a palavra “apetite”.
Anfepramona, femproporex, mazindol e sibutramina estão disponíveis no mercado brasileiro há décadas e seu uso por todo esse tempo acumulou comprovadas evidências clínicas de eficácia e segurança para os pacientes. Todos os outros medicamentos oferecidos atualmente para combater a obesidade em substituição aos citados acima foram desenvolvidos e testados para outras doenças e, de alguma forma, são considerados de efeito também sobre a obesidade, sem a devida comprovação científica e real eficácia.

As moléculas anfepramona, femproporex, mazindol e sibutramina são as únicas, até os dias de hoje, com indicação específica para a perda e controle de peso quando o tratamento por outras formas (dietas, exercícios etc.) não for suficiente.
Sua segurança é resultado das evidências geradas pelo histórico clínico de uso comprovado nas décadas de utilização no Brasil e no mundo, e das exigências de prescrição médica e controles da Anvisa e demais integrantes do Sistema de Vigilância Sanitária sobre a cadeia de fornecimento para que esses produtos somente cheguem ao consumidor por meio de empresas regulares sujeitas a fiscalizações, controles e auditorias, visando a segurança da oferta ao público. O infográfico abaixo dá uma visão simplificada e clara das etapas desse processo.
É importante ainda lembrar que, hoje em dia, medicamentos para toda natureza de problemas não podem ser oferecidos pela internet ou qualquer outro meio que não sejam Farmácias ou Drogarias mediante a apresentação e retenção de receita específica para produtos sob controle especial.
A ingestão de produtos sem origem segura e orientação médica pode causar sérios danos à saúde do usuário, muitas vezes irreversíveis.