Abeso apoia o uso de emagrecedores

Apresentação da Dra. Maria Edna de Melo na audiência pública “Entraves para a regulamentação da produção, comercialização e consumo dos anorexígenos autorizados pela Lei nº 13.454/2017”, na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, 24/10/2017. Dra. Maria Edna é presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) e representante do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Veja aqui os slides da Dra. Maria Edna. 

 

A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) participa do processo que quer revogar a Lei 13.454/2017 no Supremo Tribunal Federal (STF) ao lado dos que são contra a ação imposta.

A Abeso defende que os emagrecedores sejam mantidos no arsenal terapêutico para o tratamento da obesidade e que as únicas pessoas que devem discutir sobre o tratamento a ser feito são o médico e o paciente obeso. Por isso mesmo, sequer faz sentido que a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTS), formada principalmente por enfermeiros e outros técnicos da área, queira opinar sobre a terapêutica a ser adotada.

Ainda em 2010 e em parceria com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Abeso já se posicionava claramente sobre a necessidade do auxílio dos emagrecedores no tratamento de obesos e de pessoas com sobrepeso que tivessem outras doenças que dificultassem o emagrecimento.

Em 2016, antes da aprovação da Lei 13.454/2017, a associação voltou a falar sobre o uso de emagrecedores e em recente audiência pública na Câmara dos Deputados, a presidente da entidade, Maria Edna Mello, explicou por que é tão importante que os remédios para emagrecer sejam mantidos pela legislação.